O medo de ficar sem dinheiro e sem recursos internos

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O medo de ficar sem dinheiro e sem recursos internos

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Eu já comentei que senti muito medo da doença, medo da morte e que não sabia como pedir e receber ajuda.

Eu ainda era jovem e pouco humilde.

Não sabia o que era doença, e ai! Que confusão!

Não bastasse tudo isto, ainda tinha mais! Chegou o medo de ficar sem dinheiro e também o medo de ficar sem recursos internos para lidar com a situação.

Quando eclodiu a doença, a situação foi ficando mais complexa. 50% que era força de trabalho passou a ser consumidora, remédios pra comprar, compras pra fazer, colégio para pagar, e como eu poderia ficar sem sentir medo de ficar sem dinheiro?

Foi uma fase muito séria, porque vem uma coisa, outra, a outra e… eu já não conseguia mais viver sem medo.

Hoje, eu penso que toda esta situação trouxe um aprendizado tão grande para as nossas vidas, que se eu disser que foi só ruim eu vou estar negando toda a grandeza, e toda a beleza, do que a gente aprendeu. Porém, não foi simples, não foi fácil; trabalhamos muito para aprender tudo isto.

Buscamos muita informação; lemos muitas coisas; escutamos muitas pessoas para nós entendermos e ainda fizemos movimentos importantíssimos, pois pagávamos as nossas contas com dinheiro. Se ele rareou, nós tínhamos que encontrar formas alternativas para ganha-lo e tínhamos também que encontrar formas de consumir menos, de gastar menos, de comprar menos coisas não essenciais para darmos conta da nossa situação financeira.

Com medo de ficar sem dinheiro, a gente fica com medo de ficar sem recurso pra fazer coisas novas. Porque parece que tudo que se tem que fazer precisa do dinheiro para fazer.

Neste ponto, fizemos exercícios fortes e até dolorosos, para aprendermos que não é bem assim. Aprendemos que se pode avançar muito, que se pode aprender muita coisa com menos dinheiro.

Então, um medo vem muito agarradinho no outro e nós fizemos movimentos para poupar mais, para entendermos como gastar menos, e fizemos movimentos para melhorarmos as nossas entradas financeiras.

Foi uma aprendizagem linda, foi um movimento espetacular! Íamos trabalhando juntos o medo da doença, o medo da morte, como pedir e receber ajuda, como ganhar mais, como economizar, como redirecionar as nossas finanças e como buscar recursos internos para fazer isto.

Eu quero dizer para você que o CUIDE-SE conta com clareza o passo a passo de como você pode fazer. Eu documentei tudo isto e eu quero ensinar isto também.

Eu quero dizer também que foi um exercício diferenciado e forte porque não existia precedente.

A nossa família foi o laboratório e ela avançou elegantemente.

Se você está passando por uma situação semelhante a minha, por favor, deixe-me te ajudar.

 

Basta você clicar aqui.

 

Até breve!

 

 

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